Mar e Ventos

Pequeno Dicionário

LOGALIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO EM NAVEGAÇÃO
Pontos Cardeais e Estrelas
Localizar-se, estabelecer caminhos e orientar-se para seguir a direção certa: isso sempre acompanhou a história do homem na Terra. O que mudou, ao longo do tempo, foram os recursos (equipamentos, instrumentos), as características do espaço geográfico e, por conseqüência, os referenciais para localização e para orientação.
Dependendo das características do espaço geográfico, dos aspectos culturais dos povos, da disponibilidade de equipamentos, recursos, como plantas e mapas, e dos referenciais, a maneira de orientar-se e localizar-se variam.
Pode-se localizar tomando por base referenciais como ruas, construções, estradas, rios, etc (situação comum à maioria das pessoas), ou por meio de conhecimentos geográficos, tais como: interpretação de plantas e mapas; domínio de noções sobre coordenadas geográficas - latitude e longitude -, manuseio e leitura de equipamentos, como GPS, bússola.
Rosa dos ventos
É uma figura nos quais estão presentes:
•Os pontos cardeais: Norte (N), Sul (S), Oeste (O, ou West, em inglês) e Leste ou Este (L ou E);
•Os pontos colaterais: Noroeste (NO), nordeste (NE), sudoeste (SO) e sudeste (SE);
•Os pontos subcolaterais, és-nordeste (ENE), nor-nordeste (NNE), su-sudeste (SSE), és-sudeste (ESE), oés-sudoeste (OSO), su-sudoeste (SSO), nor-noroeste (NNO), oés-noroeste (ONO);
•Os intermediários.

Esses são os pontos que facilitam a orientação na superfície terrestre. A noção a respeito desses pontos de orientação é fundamental para estabelecer os deslocamentos aéreos e marítimos, por exemplo, ou em locais onde não há estradas, como regiões desérticas e áreas florestais.
É fundamental também para manusear e utilizar plantas e mapas, determinando-se, por exemplo, a localização de cidades, estados, regiões, países, continentes, oceanos, tomando-se por referência um certo local ou elemento: ao afirmamos que o estado de Tocantins está ao norte de Goiás, tomamos como referência este último estado.
As Estrelas do Céu
Sem equipamentos é possível orientar-se por alguns astros. Os astros sempre tiveram um papel importante na orientação de homens e mulheres ao longo da história, em particular nos deslocamentos de longa distância. Somente mais recentemente, no decorrer do século 20, com o avanço tecnológico mais acelerado, é que equipamentos, como o GPS, passaram a dispensar, praticamente, os astros na orientação.
No entanto, precisamos pensar que observar o céu numa noite sem nuvens - sobretudo, longe de uma grande cidade, atentar para a seqüência das fases da Lua com o passar das semanas, apreciar um nascer ou um pôr-do-Sol são momentos de contemplação da natureza benéficos para o corpo e para o espírito, além de serem uma oportunidade para conhecermos/entendermos mais sobre o mundo que nos cerca e despertar nosso o interesse pelo estudo de uma série de aspectos que cercam a existência do nosso planeta e demais astros do Universo, além da nossa própria existência.
Atenção! Nunca olhe diretamente para o Sol, pois isso pode causar danos aos olhos, inclusive, cegueira.
Orientação pelos Astros
A orientação pelos astros depende de uma série de condições que estão relacionadas, por exemplo, à situação do tempo atmosférico (é preciso que o céu esteja limpo), à localização do observador no planeta Terra - distância em relação à linha do Equador -, à época do ano, e sem a utilização complementar de equipamentos astronômicos, essa orientação não será totalmente precisa. Trata-se de uma orientação aproximada.
A orientação pelo Sol está baseada no seu movimento aparente - é a Terra que gira em torno do seu próprio eixo (movimento de rotação da Terra), e é por isso que afirmamos ser um movimento aparente. Esse astro aparece, não exatamente na mesma posição, que varia no decorrer do ano, mas de um mesmo lado, que é o Leste (oriente), e põe-se no lado oposto, o Oeste (ocidente). Determinando-se um lado, no nascer ou pôr-do-sol, pode-se, de modo aproximado, utilizar os pontos de orientação e, a partir daí, orientar-se.
É comum afirmar-se que a orientação pela Lua somente pode ser à noite. O geógrafo e astrônomo Paulo Henrique Sobreira destaca que “independente da fase da Lua e do horário, ela sempre surge no lado Leste e desaparece no lado Oeste. Os horários de nascer e ocaso da Lua variam principalmente de acordo com suas fases. Na Lua Cheia, por exemplo, em uma dada localidade, ela nasce por volta das 18h (…) e se põe próximo às 6h. No dia seguinte, o nascer e o ocaso ocorrerão cerca de 50 minutos mais tarde para aquela mesma localidade. Dessa forma, a Lua pode ser vista também durante o dia, principalmente nas fases de Crescente e Minguante.”
Cruzeiro do Sul
A orientação por outras estrelas (o Sol é uma estrela) também é possível, mas é necessário, como afirma Sobreira, que se tenha uma noção básica de entendimento de carta celeste, inclusive para auxiliá-lo na observação. No caso do Brasil, inclusive para a porção do nosso território que se encontra no hemisfério Norte, é possível orientar-se pelo Cruzeiro do Sul, uma constelação que é vista em quase todas as noites do ano. A partir de algumas relações baseadas nessa constelação, é possível determinar, aproximadamente, o ponto Sul. A Estrela Polar, visível no hemisfério Norte, pode ser utilizada para a determinação aproximada do ponto Norte.

M A R É S
Todos nós nos apercebemos de um fluxo e refluxo das águas do mar junto à costa. Quase sempre duas vezes por dia e com uma relação com o ciclo lunar. São as marés.
Este fenómeno já era conhecido na Antiguidade mas a explicação do facto só foi possível depois de Newton ter formulado a Lei da Gravitação Universal (1687). Qualquer corpo exerce sobre um outro uma força gravitacional que o atrai. A massa do Sol exerce uma força que atrai os planetas contrariada por uma outra força, centrífuga, que permite que aqueles se mantenham na órbita do grande astro. O mesmo princípio aplica-se ao binómio Terra-Lua.
A força exercida pela Lua e pelo Sol atraem a água dos oceanos (e também dos continentes!) provocando o fenómeno das marés. Mas, apesar da imensa massa do Sol, 27 milhões de vezes maior que a da Lua, o facto desta se encontrar mais próxima da Terra faz com que a influência da Lua seja mais de o dobro da do Sol. São as variações das posições do Sol e da Lua que comandam o ciclo das marés. De cada vez que a Lua passa pelo meridiano do lugar o efeito da maré, a preia-mar, só se faz sentir um pouco mais tarde devido ao atrito das massas (água e fundo) e à necessidade de vencer a inércia. Por exemplo, numa lua nova ou lua cheia a maré de maior amplitude só ocorre no dia seguinte, periodo que pode ir até 36 horas e tem o nome de idade da maré . Sempre que a Lua nasce ou se põe, relativamente a esse mesmo lugar, dá-se uma baixa-mar.
Num dado momento há sempre duas marés altas na Terra. A maré directa, no lado que está voltado para a Lua e a maré indirecta no lado oposto.
As grandes marés, ou marés vivas, são aquelas cuja amplitude é a maior do ciclo lunar e correspondem ao momento de concordância das atracções solares e lunares, na lua cheia e lua nova.
O Sol e a Lua encontram-se em quadratura quando as forças atractivas se encontram desfazadas em 90º. É durante este periodo, quarto minguante e quarto crescente, que as marés atingem a amplitude mínima chamando-se assim de marés mortas.

Outras forças intervenientes, como a de outros astros, as forças de fricção entre as massas de água e o fundo, e a força de Coriolis (criada pela rotação da Terra) combinam-se para criar um sistema de ondas estacionárias e progressivas que oscilam ou rodam à volta de pontos nodais. Devido ao limite imposto pelos continentes estes sistemas estão confinados numa bacia oceânica própria. A amplitude, nesses pontos, pode variar de 0 a 15 ou mais metros, mas de uma maneira geral essa amplitude está compreendida entre 0,9 m a 3 m.
Os oceanos Atlântico e Índico têm marés semidiurnas (duas vezes por dia), mas reagem muito fracamente à componente da maré diurna (uma vez por dia). Na Europa as marés são essencialmente semidiurnas. No oceano Pacífico há também duas marés por dia mas com uma nítida preponderância de uma sobre a outra ( maré mista ).

Todo o fenómeno das marés é de extrema importância, sobretudo quando se navega em águas restritas, já que o calado da embarcação nessas águas pode ser decisivo durante a navegação. O cálculo da das marés é complexo pelo que se usam tabelas para se determinar as horas e alturas das marés. Entre nós e para os portos nacionais são calculadas e editadas pelo Instituto Hidrográfico.
Para se determinar a altura da maré num dado momento usa-se um ábaco (método gráfico) onde se une através de uma recta os pontos das duas horas das marés, e outra unindo os pontos das alturas dessas marés. Faz-se depois uma intersecção do ponto, para a hora pretendida, no gráfico das horas obtendo-se um outro que se faz corresponder inversamente no gráfico das alturas.

Se não tiver um ábaco à mão pode usar a regra dos dezasseis avos que nos diz quer na 1ª e 6ª hora de enchente ou vazante a altura da maré é de 1/16 dessa amplitude; na 2ª e na 5ª de 3/16 e na 3ª e 4ª hora de 4/16 da amplitude. Isto apenas em lugares de marés regulares. Altura da maré - A altura, num dado momento, do nível das águas acima do zero hidrográfico.

Amplitude da maré - A diferença entre as alturas da Prea-mar (MARÉ ALTA) e Baixa-mar (MARÉ BAIXA) ou desta com a próxima Prea-mar.
Amplitude máxima
é aquela por ocasião das marés vivas equinociais.
Amplitude média
é aquela por ocasião das marés vivas médias.
Amplitude mínima
é aquela correspondente à menor elevação das águas.
Baixa-mar - O nível das águas no fim da vazante quando se conservam paradas. Em marés semi-diurnas, quando haja duas baixa-mares no mesmo dia, à de menor altura dá-se o nome de baixa-mar inferior em oposição à de maior altura, a baixa-mar superior .
Elevação da maré - É a altura de água, em preia mar, acima do nível médio.
Estabelecimento do porto - Diferença entre a passagem da Lua no meridiano do porto e a hora da preia-mar, quando for lua nova ou lua cheia e o Sol estiver no equador a distância média da Terra.
Estofo da maré - Intervalo de tempo onde não há corrente de maré. Corresponde à mudança do sentido da maré.
Idade da maré - Intervalo de tempo entre o instante da passagem da Lua pelo meridiano do lugar (em que a Lua é nova ou cheia) e aquele em que se dá a maré de maior amplitude.
Marés-mortas - Ocorrem durante os quartos crescentes e minguantes e caracterizam-se por preia-mares de fraca elevação e baixa-mares pouco baixas.
Marés-vivas - Ocorrem durante a lua nova e cheia e caracterizam-se por preia-mares de grande altura e baixa-mares muito baixas.
Nível médio - Plano horizontal que passa pelo ponto de altura média de uma série de preia-mares e baixa-mares sucessivas.
Prea-mar - O maior nível atingido pelas águas no fim da enchente. Tal como na baixa-mar os termos prea-mar inferior e prea-mar superior aplicam-se da mesma forma.
Sonda reduzida - É a altura referida ao plano do zero hidrográfico.
Zero hidrográfico é a altitude de referência a partir da qual são medidas as profundidades . As altitudes são geralmente medidas a partir do Nível Médio das Águas do Mar. Após verificados os registos de baixas mar durante vários anos (50 +/-), escolhe-se a baixa mar mais baixa desse período, e ainda se tiram cerca de 20/30 cms, achando assim o zero hidrográfico. . No Litoral Norte de São Paulo segue-se o Zero Hidrográfico do Porto de São Sebastião .


V E N T O S
Sotavento - Lado para onde sopra o vento.
Barlavento - Direcção de onde sopra o vento.
Arribar - Guinar para sotavento. Afastar a proa da direcção do vento.
Orçar - Guinar para barlavento. Aproximar a proa do barco da direcção do vento.
Amurado a Bombordo / Estibordo - Embarcação que recebe o vento por bombordo / estibordo.
Vento Verdadeiro - Vento que se sente com a embarcação parada.
Vento Aparente - Vento resultante do movimento da embarcação e do vento verdadeiro.
Rosa dos Ventos - Círculo onde estão marcados os 4 pontos cardeais, com os quadrantes intermédios divididos em quartas, meias-quartas e quartos.
Ventos - Rumos indicados na rosa-dos-ventos até quartas. Usado pelos gregos o seu número foi sucessivamente de 2, 4, 8 e 12. No séc. XIV passou a ser de 16 e entre nós durante a época do Infante era já de 32.

Alísios ou Alíseos - ventos regulares que durante o ano sopram regularmente de NE no hemisfério Norte e do SE no do Sul. A partir dos 30º vão diminuindo de intensidade em direcção ao Equador até se extinguirem formando aí a zona de calmarias equatoriais.
Aracati
- nome que dão no Ceará a um vento forte que no verão sopra de nordeste.
Aura
- brisa ligeira ou vento muito brando.
Austro - o vento do Sul.
Bora - vento seco e frio do NE que sopra na parte Norte do Adriático, sobretudo durante o Inverno.
Bóreas
- o vento do Norte. (irmão de Notos e Zéfiro na mit. grega)
Brisa
- nome que os pescadores do bacalhau davam ao vento fresco. Na costa sul da Madeira são os ventos do quadrante E ou de E a NE.
Camacheiro
- vento que sopra em rajadas fortes de N ou NE na Madeira.
Carpinteiro da Costa - temível vento sueste que sopra na costa nordeste do Brasil
Chamsin
- aportuguesamento de khamsin com que os árabes designam os ventos, carregados de areia finíssima, que sopram dos desertos nas próximidades do Mar Vermelho.
Ciclone
- grandes massas de ar animadas de grande velocidade de rotação formadas nas zonas tropicais. No centro do ciclone existe uma zona de calmas. O sentido de rotação no hemisfério Norte é directo sendo retrógrado no hemisfério Sul. A sua trajectória é parabólica e na direcção de latitudes mais elevadas, pelo que nunca salta de hemisfério.
Furacão
- vento repentino e impetuoso de origem ciclónica.
Garbino
- vento que sopra de Sudoeste.
Garroa
- nome dado ao vento fresco de Sudoeste na região de Setúbal. Os pescadores da região de Moçâmedes aplicam também o mesmo nome ao vento rijo também de Sudoeste.
Gravana
- Vento fresco que sopra do sul ao sudoeste no Golfo da Guiné.
Greco
ou Gregal - vento que sopra da Grécia ou do Nordeste.
Harmatão
- vento muito quente e seco, o qual, de Dezembro a Fevereiro sopra do NE da costa ocidental da África.
Lariço
- vento bonançoso que sopra na baía de Cascais.
Lestada
- vento que sopra forte de Leste.
Levante
- vento quente e seco que sopra de Leste no Mediterrâneo e se faz sentir no Algarve principalmente durante o Verão.
Maestro
- vento do quadrante de Noroeste.
Mareiro
- vento que sopra do mar para terra.
Mata-vacas
- nome que nos Açores dão ao vento Nordeste.
Minuano - vento oeste frio do Sul do Brasil, que costuma soprar com violência depois da chuva, no inverno. Vem dos Andes e passa pela antiga zona dos índios Minuanos, de quem tomou o nome.
Mistral
- vento seco e frio dos quadrantes do Norte que sopra no Sul de França. Faz-se sentir entre esta região, as Baleares e a Córsega.
Monção - vento periódico soprando por largo período de tempo nas regiões do Oceano Índico. A Monção de Verão sopra de SW de Abril a Outubro acompanhada de grandes chuvadas, sendo também conhecida por estação das chuvas. A mudança da direcção do vento, que passa a NE de Outubro a Abril, anuncia a Monção de Inverno.
Naulu
- vento que sopra contrário ao vento Ukiukiu na ilha de Maui no Havai
Nortada
- vento forte do Norte ou de direccções próximas, que sopra na costa portuguesa especialmente durante o Verão.
Notos
- vento Sul. (irmão de Bóreas e Zéfiro na mit. grega) .
Pampeiro
- vento sudoeste violento que sopra na costa Brasileira e Argentina, acompanhado de chuvas, cuja duração pode ir de 6 a 26 horas.
Ponente
ou Poente - vento de oeste.
Ponteiro
- vento que sopra de proa.
Puelche
- Ventos que atravessam a Patagónia argentina vindos do Atlântico que ao chegarem ao litoral chileno chocam com os ventos do Pacífico viram para Norte com rajadas geladas.
Rabanada
- Rajada ou Pé de Vento.
Rafa
- Rajada de Vento.
Rajada
- vento que de quando em quando sopra com maior intensidade.
Refrega
, Refega ou Rafega - vento forte de fraca duração, menos forte que a rajada.
Repiquete
- salto de vento para outro rumo.
Salvante
- vento favorável.
Samatra
- temporal violento e normalmente de fraca duração que se levanta no estreito de Malaca vindo de Samatra.
Setentrião
- vento que sopra do Norte.
Simum
- vento ciclónico do Sahara que se faz sentir na parte oriental do Mediterrâneo, vindo de Sul a Sudoeste.
Siroco
- vento quente, asfixiante e empoeirado de SE que sopra na região do Mediterrâneo, especialmente na Itália, Sicília, Malta e Grécia. Vindo do Norte de África, com origem no deserto do Sara, aparece durante a Primavera e Verão.
Suão
ou Soão - vento quente e calmoso soprando entre leste e sueste.
Suestada
- vento forte de Sudeste. Nome que dão a um temporal, geralmente pouco duradouro, na Terra-Nova.
Terral
- vento que sopra de terra para o mar durante a noite até pouco depois do nascer do Sol.
Tornado
- Tempestade ciclónica não excedendo em geral uma hora. Forma-se com mais frequência de meados de Maio a meados de Novembro na costa ocidental de África, entre o Trópico de Câncer e o Equador.
Tramontana
- vento que sopra de Norte.
Travessão
- vento que sopra de través.
Tufão
- tempestade ciclónica no Mar da China, com grandes mares levantados por ventos de enorme violência. Formados geralmente na região das Carolinas e Marianas.
Ukiukiu
- vento alíseo de Nordeste que sopra no Havai na ilha de Maui
Vara
- Temporal de duração curta.
Vara do Coromandel
- Vento fresco do quadrante leste que sopra no equinócio do Outouno na costa do Coromandel na Índia.
Vendaval
- vento do Sul. Também um vento forte com pesados aguaceiros e mar alteroso.
"Vento Porão"
- também conhecido por " Vento Auxiliar ". A direcção e intensidade deste " vento " depende da direcção imprimida pelo leme à embarcação e da potência do motor instalado no porão...
Viração
- Vento fraco que sopra do mar para terra depois do meio-dia até ao pôr-do-sol até cerca de 20 milhas da costa.
Xarouco
- vento terral.
Zéfiro
ou Zephyrus - vento suave e fresco de Oeste. (irmão de Bóreas e Notos na mit. grega)